Archive for the 'Press' Category

Invicta TV

Posted in General, Press on December 3rd, 2005

invicta tvPor um grande acaso encontrei a decorrer a sessão experimental da Invicta TV por cabo (sou cliente TVTel e não sabia de nada), na frequência 695.25 MHz, entre os 687.25 do Sport Replica e os 703.25 do People and Arts. Alguém sabe dizer se também passa na TVCabo?
Tirei uns screenshots no zapping (programa que uso em Linux para ver TV). As decorações do windows lá no topo fazem parte de emissão! Até deu para ver que é versão portuguesa, porque o rato às vezes faz aparecer o “Maximizar” no canto superior direito.
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Esplanar a Guidinha

Posted in Press on November 12th, 2005

Chamo a atenção para este blog, que encontrei numa referência cruzada, do auto-plágio das obras da Margarida Rebelo Pinto.

É so seguir este link e procurar por “Segunda-feira, Outubro 03, 2005″ e ver tudo o que pode ser dito e resumido sobre a autora, que se copia ad-nauseum nas suas variadas obras, entre outras “brincadeiras”. Um magnífico trabalho de análise/crítica completa.

Por acaso, eu costumava ter como “mini-diversão” localizar os seus erros na crónica semanal no JN ao Domingo (nunca houve uma única edição em que a caça não desse “fruto”, nas mais de dez vezes que olhei para a dita crónica, algures nas páginas mais finais do jornal), fossem ortográficos, de concordância de género ou número, “typos” ou outros. Coisas pequenas (a crónica era de uma página em que mais de metade era ilustração) e sem grande importância, mas o meu “seguidismo” deveu-se a ter encontrado muitos erros na primeira semana em que li e achar estranho e ter ficado com a noção/ideia que mais ninguém (editorialmente) passava os olhos por aquilo.
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Olhai a mentira…

Posted in Press on January 12th, 2005

Notícias Magazine #658 – 2/Jan/2005
Psicólogo de serviço – Da mentira
Isabel Leal – Psicóloga

1. Sendo dado que a verdade já não é o que costumava ser, interroguemo-nos sobre a mentira, a fluidez, constância e função da recriação habitual, e até espontânea, de verdades alternativas.
As mentiras, descaradas, veladas, a propósito, piedosas ou nem por isso, as mentiras evitativas, rebuscadas, defensivas, aí estão todos os dias, a garantir-nos que os valores mais permanentes são aqueles que classificamos negativamente.
Mentimos. Mentimos como podemos e como somos capazes. Com os olhos baixos ou demasiado luminosos, com um leve enrubescimento e alguma gaguez, com naturalidade e engenho como se contássemos uma história escorreita, com a rapidez e precipitação de quem despacha um assunto incómodo. Depois, temos surtos de arrependimento, impressões borbulhantes e viscerais da família do medo. Ou então sentimo-nos satisfeitos com as nossas competências de lidar com assuntos chatos. Podemos ficar divertidos com as funções putativas e conotativas das palavras. Mas provavelmente não nos ocorre nenhum pensamento, nenhum juízo de valor sobre nós próprios e o que dizemos.
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Olhai os inimigos…

Posted in Press on November 15th, 2004

Notícias Magazine #651 – 14/Nov/2004
Editorial – porque hoje é domingo
Isabel Stilwell

Não fomos preparados para ter inimigos. Esqueceram-se de uma coisa. Esqueceram-se de nos ensinar que nem toda a gente gosta de nós. E a viver bem com essa certeza. Mas não, mandaram-nos para o mundo convencidos de que cada vez que não conseguíssemos acender a faísca da empatia nos outros tínhamos falhado. Que se não fôssemos capazes de revelar, logo ali num primeiro encontro, a bondade da nossa alma, a honestidade das nossas intenções, a dedicação de que somos capazes, a culpa era nossa. Ninguém nos preparou para o dia em que alguém seria indiferente às nossas tentativas de «ser amigos» ou, pior, as rejeitasse, e embora tenhamos dado de caras com elas desde o primeiro dia em que pusemos um pé na rua, a força mágica da catequese materna não nos permitiu mudar de estratégia. E lá continuamos nós, convencidos de que a nossa missão na Terra era apertar a mão energicamente a todos os nossos interlocutores, e a sentir um nó na garganta quando o outro mantém os braços atrás das costas e não quer entrar no jogo. Estupidamente, em lugar de aceitarmos a opção alheia, continuamos a lutar desesperadamente para que gostem de nós, como se fosse fundamental para o nosso equilíbrio receber dos outros um carimbo de aprovação. E mesmo quando nos zangamos com quem nos afasta, ou agride, mesmo que sejamos capazes, num esforço de maturidade e racionalidade, de «cortar» com quem não nos vê como nós nos vemos, ficamos como que assombrados por dentro. Um desassossego que nos impele sempre a dar mais um passo, a troco da absolvição de um crime, que em consciência não cometemos. Pois é, acho que temos de educar os nossos filhos de outra maneira, a estenderem sempre a mão, mas capazes de aceitar que nem todos os meninos do recreio serão seus amigos. E que a culpa não é sua, mesmo que também não seja dos outros.

Olhai os narcisos…

Posted in Press on July 26th, 2004

Notícias Magazine #635 – 25/Jul/2004
Editorial – porque hoje é domingo
Isabel Stilwell

Ensinaram-nos a procurar resolver todos os conflitos. A partir do princípio de que os erros estão sempre dos dois lados, e que é sempre possível construir pontes. Com a idade descobre-se, dolorosamente, que tudo isto às vezes é mentira. Porque há pessoas que querem ganhar sempre e em toda a linha. Os psiquiatras já deram por eles e até já lhes puseram um nome – são os narcisos.
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