Archive for the 'Fiction' Category

Filosofias

Posted in Fiction, Fun on January 4th, 2006

*** Dado estar a ser altamente pressionado (chiça!), não só para dizer a solução do enigma, mas também para postar algo de novo, cá vai algo que já tenho “em carteira” há algum tempo, mas estava à procura de ter mais um tempinho para adicionar mais uns quantos. Quem se quiser juntar à festa, use os comentários. ***

Na base de outras filosofias e talvez por ter lido o livro da Ana Encandescente, saiu-me por inspiraSão uma filosofia muito particular, mas segundo cambiantes semelhantes.

A propósito da primeira, nunca mais me esqueço desta piada atribuída a um sr. da aldeia que dizia que “o peido é um «arremate» dos intestinos que o cú não defendeu”.

Bem, cá vai, copy & paste do documento criado a 12 de Dezembro, que por pudor (e também porque é comprido “pa” cacete) escondo para o desenvolvimento, para manter este blog dentro dos níveis (mínimos) aceitáveis:

Read the rest of this…»

Flash-interview

Posted in Fiction, Fun, Sport on December 4th, 2005

*** Este post é completamente ficcional (reparem na novel categoria “Fiction” criada e tudo) . Como desafio, tentar dizer em voz alta o nome das duas equipas envolvidas. Eu, que as inventei, só consegui praí à terceira, mas a ler/olhar parece mais fácil do quando estavam apenas na minha cabeça (desvairada). Cá vai:

Crónica do jogo Torpo-Storping, em entrevista-rápida.

No final do jogo, pedimos para falar com a melhor equipa em campo, a de arbitragem. O árbitro internacional Utensílio Silicista apresentava-se bem fisicamente, sem grandes azias aparentemente, no final do jogo, desta vez acompanhado pelos auxiliares turcos Ahkmal Estigma-Tismo e Muntas Diop-Trias. Não pudemos obter a opinião destes últimos porque o senhor que faz a tradução e anota tudo no papel ao lado, não tinha canetas, na altura. Falamos, então, apenas com o chefe de equipa.
Quando instado a pronunciar-se, não arguido, mas sobre a partida, o árbitro declarou:
“Vocês sabem que eu não costumo comentar a actuação dos jogadores ou as escolhas do treinador, mas desta vez tenho mesmo que o fazer. Toda a gente viu o que se passou, não é preciso eu estar aqui a dizer. Nenhuma das equipas queria ganhar e muito menos facilitar o meu trabalho, atirando longas bolas pelo ar e fazendo-me andar a correr de um lado para o outro, feito barata tonta. O Marasmo do jogo foi de tal forma que, na segunda parte, percebi que era mesmo preciso um penaltizinho para espicaçar a partida.”
Depois do jogador, recém entrado e nunca antes convocado, Quinzinho Revianga falhar o penalti, um golo de baliza aberta e marcar um golo, sim, mas na própria, no seguimento da marcação de um pontapé de baliza, aparentemente por indicação do treinador, o que é que pensou?
“Bem… um gajo assim desconfia de corrupção, claro, já que os erros foram sempre para o mesmo lado! Este resultado não espelha a verdade do que se passou no campo, já que uma das equipas foi nitidamente espoliada do resultado!”
Quer comentar o “sururu” que se passou no final da partida?
“Bem, isso… quer dizer… Eu já soube que as câmaras captaram esse momento… Bom… Queria aqui pedir desculpa ao treinador Riscão Meio por lhe ter dirigido perdigotos ao ouvido no final do jogo, mas só lhe disse “BOA TÁCTICA!” repetidas vezes e bastante alto, porque estava muito barulho. Se ele disser que eu disse outra coisa estará a mentir.”