Archive for November, 2005

LPI já cá mora

Posted in Work on November 10th, 2005

LPIC-1Depois de receber o resultado do primeiro, veio o do segundo:

Score Report Date: Oct 06 2005
Your Score: 740
Required Passing Score: 540
Status: Pass
Test Section Information
Percent Correct Section
100% Kernel
50% Boot, Initialization, Shutdown and Runlevels
100% Printing
83% Documentation
83% Shells, Scripting, Programming and Compiling
73% Administrative Tasks
90% Networking Fundamentals
88% Networking Services
83% Security
Thank you for taking LPI’s certification exam.

Outro que já cá canta, o que faz de mim, certificado LPIC-1. Nem tudo é positivo… vou ter que reorganizar as paredes para pendurar mais esta “medalha”, quando o “material” chegar pelo correio, mas o meu ex-libris, o poster do “expose yourself to art”, esse é inamovível.
Em princípio vou-me “fazer” também aos exames 201 e 202, mais puxadotes, upa-upa! E também no preço (estes foram de borla mas não foram fáceis - o Diogo não teve a mesma sorte, mas aqui no 102 foi quase, quase; faltou o danoninho).

ABC do AVC

Posted in General on November 10th, 2005

O título deste post, dito por um tripeiro seria uma espécie de anáfora ( “abc do abc”) :-) e não é muito caso para brincadeiras, mas quem me conhece… não me pode/deve levar a mal.

O meu padrinho foi vítima de um AVC (Acidente Vascular Cerebral, antiga ou popularmente chamado de trombose) e já se sabe, quando algo nos “toca”, qual “casa roubada, trancas à porta”, ou nem por isso, ficamos sempre a saber algo mais sobre o assunto, normalmente - a chamada “experiência”.

Como acho basto importante aquilo que vim a saber, entretanto, resolvi partilhá-lo.

O meu padrinho, que é também meu tio, a quem eu chamo “inho” desde pequeno e ainda hoje, é um homem cheio de sorte (tinha que ser compensado da “prenda” de afilhado que lhe calhou na rifa ;) ). Do alto dos seus 64 anos, sofreu no outro domingo de manhã sintomas que não preconizavam nada de bom; ao ir para puxar a persiana, perdeu a sensibilidade da parte do lado direito do seu corpo, embora estando sempre consciente, e disparou o alerta naquela casa. O meu primo pegou nele e levou-o imediatamente, junto com a minha madrinha (que para mim é a “inha”), para o Hospital de S.João e aqui começou umas das suas sortes. No HSJ, o tratamento que recebeu é denominado, algo como TPA.
Este tipo de tratamento é que foi a “sorte-grande”. Tem uns critérios muito específicos e pelo que me disseram só fazem, e muito pouco frequentemente, no HSJ e no “Santo António”, no Porto, e é probabilisticamente um óptimo garante do regresso à total normalidade - como aparenta ser o caso do meu padrinho, que teve alta na terça passada - yeay!
Read the rest of this…»