O dia do número 4
Hoje vi um jogo que classifico, com ironia e como trocadilho, de hilariante. O futebol nem foi muito maltratado, mas foi mais um jogo daqueles que, por tudo o que lhe é acessório, foi interessante de ver. O Futebol Clube do Porto perder em casa, esta época, já nem é novidade – aconteceu, hoje, pela quarta vez. O FCP tem agora tantas vitórias como derrotas em casa. (já falei da mística do número 4?)
Além dos quatro golos marcados pelo Nacional, nas únicas quatro vezes que foi à baliza de Baía, considero que o guarda-redes Hilário, também conhecedor da “casa”, defendeu quatro autênticos “golos-feitos” (para usar a gíria) em outros tantos remates bem colocados de jogadores do FCP.
O facto mais interessante vivi-o, devo confessar, isoladamente e sem testemunhas abonatórias, mas o facto de ter reparado, pode ser que seja credibilidade suficiente: Estava para ser marcado o livre directo que daria o quarto golo do Nacional e ouviu-se (a bom som no “directo” da SportTV) Vítor Baía gritar “QUATRO! QUATRO! QUATRO! QUATRO!” e imediatamente pensei: “olha o Baía a pedir o quarto golo aos do Nacional! ainda lhe fazem a vontade…”; claro que ele dirigia o vozeirão para os seus “homens” a constituir barreira, mas então não é que o Bruno, também ex jogador “tripeiro”, lá converteu o castigo de forma exemplar, fazendo a bola entrar na baliza e a “vontade” ao Baía que tanto gritava?
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