Archive for March, 2005

Criticar é fácil demais…

Posted in Thought on March 16th, 2005

Criticar é fácil demais, repito. Isto afirmado por quem assumidamente até usa bastante desta prerrogativa, pode parecer um contra-senso, mas toca a explicar: se calhar por ter bastante experiência na arte da crítica, é que posso criticar os que (ab)usam da crítica.
Criticar torna-se tão mais fácil, quanto muitas vezes a critica dá-se desfasada no tempo em relação ao acontecimento objecto da crítica, nomeadamente após o acontecido. Logo, não é difícil dizer “ah! eu faria isto e aquilo e aqueloutro, nunca o que foi feito” e justificar das mais diversas maneiras.
Read the rest of this…»

O dia do número 4

Posted in Sport on March 12th, 2005

O dia do número 4

Hoje vi um jogo que classifico, com ironia e como trocadilho, de hilariante. O futebol nem foi muito maltratado, mas foi mais um jogo daqueles que, por tudo o que lhe é acessório, foi interessante de ver. O Futebol Clube do Porto perder em casa, esta época, já nem é novidade – aconteceu, hoje, pela quarta vez. O FCP tem agora tantas vitórias como derrotas em casa. (já falei da mística do número 4?)
Além dos quatro golos marcados pelo Nacional, nas únicas quatro vezes que foi à baliza de Baía, considero que o guarda-redes Hilário, também conhecedor da “casa”, defendeu quatro autênticos “golos-feitos” (para usar a gíria) em outros tantos remates bem colocados de jogadores do FCP.
O facto mais interessante vivi-o, devo confessar, isoladamente e sem testemunhas abonatórias, mas o facto de ter reparado, pode ser que seja credibilidade suficiente: Estava para ser marcado o livre directo que daria o quarto golo do Nacional e ouviu-se (a bom som no “directo” da SportTV) Vítor Baía gritar “QUATRO! QUATRO! QUATRO! QUATRO!” e imediatamente pensei: “olha o Baía a pedir o quarto golo aos do Nacional! ainda lhe fazem a vontade…”; claro que ele dirigia o vozeirão para os seus “homens” a constituir barreira, mas então não é que o Bruno, também ex jogador “tripeiro”, lá converteu o castigo de forma exemplar, fazendo a bola entrar na baliza e a “vontade” ao Baía que tanto gritava?
Read the rest of this…»