Uma data especial, uma página especial

Vem a resenha histórica:
Há já algum tempo atrás, tive intenção de ter uma página “clássica” que qualquer blog que é blog deve/ia ter acerca do seu autor. Do que tenho visto, é normalmente o autor que a escreve, dando-se a conhecer ou dizendo a que se propõe, etc.

Resolvi fazer diferente, para variar (bela redundância irónica). Falei com um amigo com jeito para a “prosa” e disse-lhe que gostava que escrevesse acerca da minha pessoa, para colocar no blog. Formalizei por mail, como é meu apanágio e esperei (sentado) pela resposta ao dito. Passados quase 3 meses (!!!) depois, há cerca de 15 dias atrás, chegou-me a missiva aguardada (e ainda por cima em documento word!). Como só dizia bem, o raio do gajo, resolvi então “cravar” (que é mesmo assim) a um cérebro feminino o mesmo desiderato, com a ideia de poder complementar e dar algum equilíbrio à página, para não ficar a cheirar muito a graxa.

Confesso que o resultado final foi para mim surpreendente e aproveitei a proximidade das datas para deixar para hoje, dia em que completo 30 invernos, a publicação simbólica oficial.

Ei-la ali ao lado, aqui para facilidade ao clique.

2 Responses to “Uma data especial, uma página especial”

  1. Sou o Ele Says:

    Parabéns, filhote!
    “Bem-vindo ao clube dos trinta”, é a banda sonora de hoje. Já vais sentir na pele o que é deixar de ter “vinte e tal”… ah saudade!
    Já me estive a reler e apesar de me ter fartado de escrever, não saiu nada de jeito e ficou muito por escrever, que vergonha…
    Faltou falar no teu gosto por gajas, copos e rock & roll, por exemplo – grande falha. Só nunca te vi junto de drogas, tirando a droga do teu carro – quando é que trocas esse chasso? Eu dava-te um de prenda, mas só podia ser da Burago.

  2. Diogo Serra Says:

    Não sei com começar este “about U” , mas neste dia especial para ti não podia deixar de te comentar umas linhas amigas. Deixo aqui também os meus parabéns ao dois amigos que te retrataram na perfeição.
    Quanto ao que penso de ti (para alem do que já disseram em cima) acrescento apenas que deves confiar mais no instinto, mesmo que nem sempre seja / pareça o mais acertado.
    Esta e a minha opinião pois sinto em ti, por vezes, um medo de (não sei bem o que ) talvez que os outros te desapontem na tua opinião sobre eles. Esse medo que por vezes vejo em ti, e’ que te tira a tua naturalidade genuína de brincalhão.
    Do teu SEMPRE AMIGO, Diogo Serra

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