ssh/scp a asshapar
A pedido de muitas famílias… este post inaugura uma serie deles que se querem curtos, com dicas “to the point” e lamento se alguma delas já for do conhecimento de _todos_ vossotros, mas não hei-de escrever dicas como “fazer fdisk -l para ver as partições todas dos discos todos, em vez de fazer como o pessoal que muito vejo que entra no fdisk, faz o comando e sai alegremente”.
Quem souber mais ou melhor, pois nada como usar os comentários e aumentar o conhecimento de tutti-quanti.
Também posso responder a réptils (como eu costumo dizer a palavra “reptos”
) se alguém tiver alguma tarefa ou problema intrinsecamente ubiquitous (melhor que escrever esta palavra, só mesmo pronunciá-la in proper english) para/por resolver, mas só com o tempo permitindo, no promises there…
Quem só quiser ver posts deste género, carregue ali ao lado na categoria correspondente, para filtragi tómatchica. Corro é o risco de transformar este blog que era mais para a galhofa, num pasquim tecnico-táctico, mas se começar a descambar muito eu faço outro blog chamado emblogtec ou coisa parecida ![]()
Depois de estar farto do ver o scp não dar as velocidades que estes equipamentos modernos, com placas de rede a 1000Mbps e discos que dão 33 MB/s, são capazes fiz, após umas investigações, umas cópias que ultrapassaram a mítica barreira dos 10 MB/s
record_qtime002.mov 100% 1000MB 12.7MB/s 01:19
record_qtime003.mov 100% 1000MB 12.8MB/s 01:18
O comando a recordar, que por não ser excessivamente indiscreto coloco na íntegra:
[root@dellinux usb3]# time scp -r -c blowfish 10.1.2.2:/home/daniel/TEMP/* .
Ou seja, usem o scp -c blowfish para cópias “speedier”. O -C (de compress) também ajuda, mas não nestes casos. ![]()
Quem quiser correr ainda mais depressa, tem aqui a resposta às suas preces, bastando apenas fazer scp -c None (ou -z para abreviar) em que só a parte da autenticação é que é encriptada e há MAC na mesma, pelo que a “coisa” deverá correr smooooth… sweeeet!