London Resumed

Resumido, muito resumido, due to time constraints, only, crónica e crítica, 2 em 1 (e ainda faltam coisas, mas fica para outras “núpcias”):

- Na Ryanair é barato, compreensivelmente:

  • Não há lugares marcados; pelo que percebi os primeiros (64?) a fazerem o check-in são chamados primeiro - must be a 7bit thing :-P - e depois segue o resto.
  • Não há primeira classe nem segunda classe. É tudo terceira classe ;-)
  • Vamos a “butes” de e para o avião. Acho muito bem, nada de autocarros. Ainda por cima, quando há classes, os “conforto” vão normalmente num BUS diferente dos “turística”, com estofos em pele, etc.
  • As hospedeiras não devem ser pagas principescamente - deduzo pelas caras delas (pun intended!).
  • Tudo o que seja de mandar para a boca, fornecido dentro do avião, é pago; vimos o “sr.” da frente a pagar quase 10 euros, mas o Diogo achou que era só pelo “extra” do chocolate que ele pediu além da bebida. Eu não me aventurei, enquanto ele nem perguntou nada e vai de pedir um café; largou 2.5 Euros por ele. Ainda tinha bebido pouco quando, num gesto de pré-adormecimento, entornou-o para as calças… dele, felizmente para mim.
  • Vamos/fomos num Boeing. A minha cadeira, no primeiro voo não reclinava, por isso nem fazia sentido o típico aviso de descolagem/aterragem, daquilo do “place your seat in the upright position”; e eu até estava a precisar de descansar porque estava de directa. No segundo voo, já funcionava e deu para pregar um valente susto ao Diogo no take-off, eheheh. Como íamos bastante inclinados rumo aos céus e ele ía “a passar pelas brasas”, só tive que esticar o braço para atravessar o corredor e carregar no botãozinho da cadeira dele e deixar a força de gravidade e a “massa muscular” do homem fazer o resto; era ver a cara dele ao abrir os olhos, com o movimento súbito da cadeira para trás! Eu e a Suzy, uma amiga que encontrei no Aeroporto e vinha em trânsito de Edimburgo, com ligação no mesmo voo, partimo-nos a rir!
  • A nós, toleraram o nosso excesso de peso na bagagem à vinda para cá - mas foi meio indrominado e com sorte, um bocadinho… A Suzy teve que pagar 7 Euros por cada Kg extra!
  • Isto é bem sabido - o Aeroporto de Stansted fica a cerca de 60 Km de Londres.
    Isto já não tanto - se comprarem logo os bilhetes para Londres de autocarro (coach), no postigo para o efeito, no Sá Carneiro, custa 19 Euros ida e volta sem marcação obrigatória de datas/horas - é só aparecer na paragem. Demora 1h15mins e pára em Victoria Station, havendo outro que vai para Liverpool Street. O comboio, apenas sei que é mais caro e anuncia-se como sendo 45 mins de viagem e informa que há não-sei-quantos (300 e tal, seria?) traffic-lights de Stansted a Londres.
  • - Para aposentos, depois dos amigos dos primos (ou coisa parecida) do Diogo nos terem roído a corda de véspera, tivemos que andar à procura de sítio onde ficar e lá nos safamos no Victoria Station Hotel, muito perto de tudo, nem tivemos que andar muito. Um grande bem-haja e agradecimento ao Najm (lê-se/diz-se “Najim”), que foi o iraquiano com quem regateamos os preços. Bed and Breakfast (e que grande breakfast.. um festim!) em Londres por 140 libras, 4 noites, para 2 animais, foi um achado. Mais barato que os sítios mais baratos que conheço em Lisboa e com um mega-pequeno-almoço! Com aspecto de espelunca, mas definitivamente recomendável.
    O dia ainda deu para andar a correr à procura de uma lavandaria por causa da mancha do café nas calças e lá conseguimos, mesmo depois das 6 horas, quando já estava (quase) tudo fechado.

    - A LinuxWorldExpo estava um espectáculo. Muito bem frequentada; destaco principalmente as meninas da RackSpace. Os trocadilhos que eu não fiz com a palavra Rack!! e o binómio rack/space… Em português também podia funcionar, se atentarmos que rack pode significar “prateleira” e manter assim muito do espírito do original… mas que prateleiras…

    - Os exames do LPI correram bem. Como eram por escrito e não por computador, só fizemos o 101 e 102 e só sabemos os resultados daqui por uma semana, segundo disseram. E é claro que não vou escrever aqui no blog que o Diogo recebeu respostas por SMS, claro que não! Já agora… Só faltava dizer que o fornecedor das respostas era eu, não? Claro que não escrevo nada disso e nego tudo… categoricamente! :-D
    Ainda por cima convidaram-me para ser “proctor” dos testes e que mau aspecto que dava se se soubesse… Ainda bem que escrevo o blog em português e não inglês…
    Depois de ler o NDA que um proctor tem que assinar, por muito gosto que fizesse e embora me sentisse honrado, declinei por questões de possível conflito de interesses.

    - A AppleStore em Regent Street é qualquer coisa de assombroso. Fui lá por nítida influência alheia, do meu companheiro de viagem, e mesmo não sendo “a minha praia”, até gostei bastante. Há conferências gratuitas a toda a hora e, ainda mais interessante, net à pala. Estimaria mesmo que pelo menos 50% das pessoas sentadinhas nas cadeiras muito confortáveis do auditório dedicavam menos de 10% do seu tempo a prestar atenção ao orador - eu incluído. Ah! E o Diogo não me perdoava se eu não mencionasse que se viam ipod’s por todo o lado (nas ruas de Londres) - não se via o aparelho, mas aqueles “phones” brancos não os há muitos por aí…

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