About Me (agora com endereço de e-mail!)

Esta página é acerca do autor do blog, (Update: que pode ser contactado por email no endereço que resulta da união da palavra blog com o símbolo a que chamamamos arroba seguido do domínio de topo danielfonseca.com. Simples e até meio óbvio ou fácil de adivinhar - até o email pessoal se torna fácil de adivinhar, vejam lá!)
O referido, “encomendou” a escrita a 2 pessoas de sexo diferente, ao abrigo do anonimato para que pudessem escrever sem reservas (nem medo de represálias, eheh).
A intenção seria equilibrar a “coisa”: ele saberia mais pormenores sórdidos; ela percebe mais de pessoas.

O pedido formal por mail a ambos, no parágrafo relevante:

Como todos os blogs tem uma pagina de “About”, acerca da pessoa sua autora, tambem queria ter qq coisinha, mas gostava de fazer uma coisa diferente do habitual, onde normalmente e’ de autofagia. O meu sera’ por encomenda ;)
Nao te dou limites de tempo ou tamanho, mas fica a saber que publicarei na integra, sem direito a adendas ou revisoes. Xuta-me isso ASAP, pliz.

A ambos foi falado antes, mas o pedido formal, foi no texto que se pode ver acima.
Um pouco contra-natura, diria eu, “dela” vieram estas linhas e “dele” todas as outras:

Ela tem a dizer acerca do autor:

Como descrever o Daniel? Difícil tarefa, quando apenas me surgem palavras soltas: observador e informado, divertido, perspicaz, criativo, espontâneo, amigo, empenhado, intenso, verdadeiro…
Sim, e também casmurro, irredutível, insuportável, mau-feito… tem dias :-)
De pensamento ágil, nem sempre fácil de acompanhar, surge com pequenas piadas e trocadilhos que tornam cada conversa um desafio para o interlocutor.
Paciente, impaciente, ponderado, irracional, carinhoso, desatento…
Não é pessoa fácil de se conhecer (acho que ele até pensa que sim, mas não é).
Apaixonado pela vida. Alma de miúdo, sorriso gaiato a desafiar o mundo, luta de adulto, à procura de crescimento e realização.
Como exercício para o leitor, fica a tarefa de juntar estes elementos na dose que lhe pareça mais adequada ao que dele conhecer.

Ele tem a dizer acerca do autor:

Cá vai. Deixo-te boquinhas e/ou notas de revisão entre parentes, para poderes cortar a direito, que não levo mal, estás à vontade, filhote.

Escrever sobre o Daniel não é tarefa fácil, mas um gajo nesta vida sujeita-se a cada coisa, que enfim… sempre é melhor que partir uma perna, não é verdade?
(rica maneira de começar, hein? Quem é amigo, quené, quené, quené?).

Procurei uma palavra que o definisse e após extensa pesquisa e meditação zen (só nisto foram mais de 2 meses!), cheguei à que pretendia – invulgar (põe a bolde, sff).

Definindo, numa palavra, o Daniel é “verdadeiramente invulgar”.
(não fiques chateado por usar as tuas piadas, mas sabes que não tenho muitas no meu arsenal)
Pelo meu caminho meditativo encontrei muitas outras como revolucionário, multifacetado, determinado, altruísta, inventivo e, pasme-se, até génio… mas apesar de aplicáveis, nenhuma era o tudo-em-um que procurava.

Podia dizer muita coisa ou explorar cada caminho da sua personalidade (e aspecto) invulgar mas vou, qual prefacista profissional, tentar resumir a “besta”.

O Daniel tem uma característica que o distingue: é o interior da sua cabecinha pensadora.(pensavas que ia falar do cabelo?)
Não sei se será da qualidade dos circuitos e/ou de muito treino, mas o facto é que este homem devia ser muito mais ouvido que muita gente fútil e inútil que tem mais tempo de antena do que merece e nós lhe damos.

Se cada um de nós funciona a x MHz (agora falo do teu tópico favorito, vê se gostas), ele faz-me lembrar o tempo em que havia computadores com o botão do turbo, e ele tem para aí dois ou três turbos… de cada lado. A mim, dava-me jeito, já que o meu processador tem os condensadores alentejanos.

Só esta visão superior das coisas sem parecer sempre sobranceira é que lhe permite ser o primeiro a descobrir os seus próprios erros, qualidade que acho fenomenal, porque a invejo. Os dele e os dos outros. No fundo, será apenas porque olha para o que existe, pelo que existe e não pelo que devia existir, ou seja, desprovido de ligações emocionais ou “vícios” de qualquer espécie. Como nas grandes noites de quinta-feira no Indústria: It’s Amazing!

Para um crente e pecador, cheio de vícios (ainda não deixei de fumar, meu!) como eu, o Daniel é uma espécie de Jesus Cristo dos-dias-de-hoje, só que muito mais imperfeito, se calhar uma reencarnação de vigésima quinta linha, necessariamente desgastada e erodida (de erosão) pelo tempo.

Este blog não será mais do que, espero eu, o reflexo das suas facetas, condimentadas pela boa arte de colocar em palavras aquilo que o coração sinta e a cabeça realize (lindo, hã?).

Isto ficou um bocado grande. Tenho uma versão mais curtinha:

Este homem é verdadeiramente invulgar. Quando se juntam em fartas quantidades ingredientes potencialmente explosivos, tais como: inteligência, imaginação, memória fotográfica, bom-senso, perspicácia, determinação, …, mistura-se tudo, vai ao forno e sai para consumo, obtém-se um espécimen destes. Amigo do seu amigo; dado, até em demasia, será uma espécie em vias de extinção infelizmente, já que acho que este tipo de personalidade não se compadece muito com a agressividade e as agruras do mundo actual e da sociedade em que vivemos.